sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Presença Africana no Brasil: História e Cultura’, no CCBB SP





O legado da contribuição africana no Brasil é tema
do ciclo de palestras
Presença Africana no Brasil: História e Cultura’,
no CCBB SP
De 25 de fevereiro a 01 de março 2015

Com Dulcilei da Conceição Lima, José Nabor, Marcelo D’Salete,
Rafael de Bivar Marquese e Wagner Celestino.
Curadoria e mediação de Claudinei Roberto da Silva.


Ressaltar o legado artístico, cultural e tecnológico dos afrodescendentes sob a ótica de profissionais de distintos campos de atuação é o eixo central que norteará as discussões do ciclo Presença Africana no Brasil: história e cultura que o CCBB SP trará em sua programação no período entre 25 de fevereiro e 01 de março 2015.
Com curadoria e mediação de Claudinei Roberto da Silva, professor, crítico de arte formado pela ECA/USP e coordenador por muitos anos do Núcleo de Educação do Museu Afro-Brasil em São Paulo, o ciclo de palestras Presença Africana no Brasil: história e cultura reunirá os professores, escritores e pesquisadores Dulcilei da Conceição Lima, José Nabor, Marcelo D’Salete, Rafael de Bivar Marquese e o fotógrafo Wagner Celestino para traçar um panorama ainda mais abrangente da herança de competência e dignidade da cultura negra para a formação da sociedade brasileira.

PRESENÇA AFRICANA NO BRASIL – História e Cultura
Cronograma:
Presença Africana no Brasil - História e Cultura
Centro Cultural do Banco do Brasil
De 25 de fevereiro a 01 de março 2015
Entrada franca
     
Realização: Centro Cultural do Banco do Brasil São Paulo
Produtor responsável: Rodrigo Silva - Produção: Conceito Humanidades
Coordenação: Claudinei Roberto da Silva
      
PRESENÇA AFRICANA NO BRASIL – História e Cultura
     
Um panorama abrangente sobre o legado da contribuição africana no Brasil traçado por cinco perfis diversos de produção acadêmica, arte e jornalismo.
     
Abertura - Dia 25, quarta-feira, às 18h30, abertura com fala de José Nabor, jornalista e editor.
Tema: Jornalismo e a presença do negro na imprensa, o Menelick 2º ato, a afirmação.
Encerramento às 21h.

Dia 26, quinta-feira, às 18h30, fala de Wagner Celestino / professor e fotógrafo.
Tema: O registro da história na memória  da velha guarda do samba de São Paulo.
Encerramento às 21h.

Dia 27, sexta-feira, às 18h30, fala de Marcelo D’Salete / artista gráfico, quadrinista e pesquisador da arte e história da Diáspora Negra e da Afro brasilidade.
Tema: O Negro na arte, inserções e frestas.
Encerramento às 21h.

Dia 28, sábado às 15h, fala de Rafael de Bivar Marquese /professor e doutor pela USP.
Tema: História e Escravismo.
Encerramento às 18h.
     
Dia 01, domingo, às 15h, encerramento/ fala da professora e pesquisadora Dulcilei Conceição.
Tema: Mulher Negra na história e a história da Mulher Negra, antecedentes e atualidade.
Encerramento às 18h.

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Programação, Temas e Participantes:

Abertura - Dia 25, quarta-feira, às 18h30 - Encerramento às 21h.

Abertura de Rodrigo Silva
Rodrigo Silva é mestre em História Social pela USP com especialização em patrimônio cultural brasileiro. Assinou dezenas de projetos de inventário e proteção do patrimônio cultural em parceria com o IPHAN, Condephaat e outros órgãos responsáveis pelo patrimônio cultural brasileiro. Desde 2008 coordena projetos para o SESC SP, SESC PR, para o CCBB, o Museu Oscar Niemeyer (MON, Curitiba), a Caixa Cultural. Mora em São Paulo, onde prepara seu doutorado em história social pela USP.

Palestrante José Nabor
Tema: Tema: Jornalismo e a presença do negro na imprensa, o Menelick 2º ato, a afirmação.

José Nabor é jornalista e editor da “Menelick, 2º ato”  revista publicada e distribuída gratuitamente a cada trimestre que trata de “afrobrasilidades e afins”, talvez a única em seu gênero no Brasil. Destaca-se também pelo projeto gráfico, além do conteúdo abrangente sobre os vários aspectos da vida e da cultura dos afro descentes. A revista mereceu já na primeira edição o prêmio Funarte de Arte Negra em estímulo aos criadores e pesquisadores negros.


Dia 26, quinta-feira, às 18h30, Wagner Celestino / professor e fotógrafo. Encerramento às 21h.
Tema: Tema: O registro da história na memória  da velha guarda do samba de São Paulo.

Wagner Celestino é fotografo, iniciou seus estudos em 1977 nos plantões fotográficos do Museu Lasar Segall de São Paulo, desde então aprofunda seus conhecimentos técnico e realiza uma série de trabalhos de reconhecido valor artístico e jornalístico como, por exemplo, os registros realizados a partir das apresentações de artistas consagrados como Clementina de Jesus, John Lee Hooker, Paulo Moura, Max Rouch, Nelson Cavaquinho, Baden Powell, Brandford Marsalis e outros.
No início da década de 1990 executa, de forma inédita, registro fotográficos do compositor Zé Ketti antes de seu retorno definitivo ao Rio de Janeiro. Em 1997 a convite da ONG Apoio, fotografa as condições de vida das populações que viviam nos cortiços da cidade São Paulo, registros transformados, posteriormente, em livro de conteúdo artístico, histórico e sociológico “Cortiços. A realidade que ninguém vê”. Vem se dedicando a preservação da memória da Velha Guarda do Samba de São Paulo através do projeto “Algumas Raízes - Resgate e Memória”, parte importante desses registros estão exibidos com destaque no Museu Afro Brasil de São Paulo. Tem seu trabalho considerado na segunda e enciclopédica edição do livro “A Mão Afro Brasileira” organizado pelo diretor do Museu Afro Brasil, o também artista Emanoel Araujo. Trabalha e reside atualmente na cidade de Bauru, interior de São Paulo.


Dia 27, sexta-feira, às 18h30, fala de Marcelo D’Salete / artista gráfico, quadrinista e pesquisador da arte e história da Diáspora Negra e da Afro brasilidade. Encerramento às 21h
Tema: O Negro na arte, inserções e frestas.

Marcelo D’Salete é artista gráfico, quadrinista, ilustrador de livros infanto-juvenis, professor e pesquisador da arte de da cultura afro brasileira. Mestre pela Universidade de São Paulo instituição onde também graduou-se professor de arte educação. Autor de celebradas novelas gráficas que são geralmente marcadas pela ousadia narrativa e por seu traço de caráter expressionista. Suas narrativas geralmente tratam do universo do jovem negro, urbano e proletário com referências do cinema clássico e contemporâneo.  Marcelo D’Salete tem participado, com seu trabalho,  em várias publicações no Brasil e no exterior, em países como Argentina, Angola, Portugal e Eslovênia, entre elas “Noite Luz” de 2008, “Encruzilhada” de 2011 e “Cumbe” de 2014. Seu trabalho está na segunda e ampliada edição do enciclopédico “A Mão Afro Brasileira” organizado pelo artista e diretor do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo.



Dia 28, sábado às 15h, Rafael de Bivar Marquese /professor e doutor pela USP. Encerramento às 18h
Tema: História e Escravismo.

Rafael de Bivar Marquese possui graduação (1993), mestrado (1997) e doutorado em História Econômica pela Universidade de São Paulo (2001). Livre-docente em História da América Colonial (2012). Professor do Departamento de História da FFLCH/USP, e coordenador (com João Paulo Garrido Pimenta) do Laboratório de Estudos sobre o Brasil e o Sistema Mundial (Lab-Mundi) na mesma instituição. Publicou o lviro Administração e escravidão e organizou o Manual do agricultor brasileiro, de C. A. Taunay.


Dia 01, domingo, às 15h, encerramento da professora e pesquisadora Dulcilei Conceição. Encerramento às 18h
Tema: Mulher Negra na história e a história da Mulher Negra, antecedentes e atualidade.


A professora Dulcilei da Conceição Lima é mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Bacharel em História pela Universidade de São Paulo. Foi docente no Programa de Formação de Professores - Licenciatura em História na Universidade Cidade de São Paulo (UNICID). Autora de Desvendando Luíza Mahin: um mito libertário no cerne do Feminismo Negro”, publicado em julho de 2014 pela editora Multifoco e coautora dos livros "Culturas Africanas e Afro-brasileiras em sala de aula: saberes para os professores, fazeres para os alunos”. Belo Horizonte: Fino Traço, 2012 e "Relações étnico-raciais: A presença negra no Brasil. São Paulo: Mundo Mirim, 2012". Atuou como educadora e assistente de coordenação no Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil. Atualmente é Pesquisadora em Ciências Sociais e Humanas no Centro de Pesquisa e Formação - SESC / SP. Trabalha e reside em São Paulo.


Claudinei Roberto da Silva é professor graduado em Educação Artística pelo Departamento de Artes da Universidade de São Paulo onde recebeu bolsa CNPq pela pesquisa “Desenho, fundador de linguagens” orientado pelo professor doutor Jorge Aristides Carvajal. Foi Coordenador do Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil em São Paulo através do qual obteve bolsa do programa “International Visitor Leadership Program” do Departamento de Estado do Governo dos Estados Unidos. Também no Museu Afro Brasil foi coordenador artístico e pedagógico do projeto “A Journey Trough the African Diaspora” da American Alliance of Museums em parceria com Museu Afro Brasil e Prince George African American Museum. É curador independente é fundador do Ateliê OÇO de profícua atuação no cenário da arte contemporânea em São PauloEscreve e publica pela Funarte o texto critico “O que ela faz é dança” no catálogo da artista Christiana Moraes. Em 2012 atua como curador adjunto no projeto Risco # do SESC Belenzinho nas suas três edições no de São Paulo. Professor convidado da produtora Conceito Humanidades para o simpósio “O Olhar modernista – Uma viagem pelo modernismo no Brasil” - Caixa Cultural do Rio de Janeiro com textos publicados no catálogo do evento. Em 2013  realiza curadoria da exposição “Ventos de Oyá” do artista Wagner Pinto na Caixa Cultural de Brasília para a produtora Conceito Humanidades.
Em 2014 realiza curadoria da exposição Olhares Cruzados dos fotógrafos Renato Negrão e Luc Dubois, para Câmara de Comercio Brasil Canadá através da produtora Conceitos Humanidades. Neste mesmo ano escreve texto crítico para o catálogo do artista Sidney Amaral, primeiro artista plástico a receber o prêmio de estímulo da Funarte para Arte Negra. Trabalha e reside em São Paulo.

Serviço:
Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112 Centro São Paulo (SP)
Fone: (11) 3113-3651
Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 21h.
Informações: ccbbsp@bb.com.br
Cinema 70 lugares
 

Datas: De 25 de fevereiro a 01 de março de 2015 (quarta a domingo)
Horário: Quarta a sexta, às 18h30 e sábado e domingo, às 15h
Entrada Franca - Retirar senha na bilheteria 1 hora antes da palestra
Local: Cinema (70 lugares)
Classificação: Livre
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Exposição sobre Mário Lago chega ao MuBE em fevereiro




A partir de 26 de fevereiro a vida e a obra do ator, autor, compositor e militante político Mário Lago poderá ser vista no Mube (Museu Brasileiro da Escultura), em São Paulo.  A exposição mostrará para as diversas gerações como o artista influenciou e se deixou influenciar pela sociedade em que viveu – a qual chamava de “moldura do meu quadro”, além de firmar a sua memória como um patrimônio atemporal.

Carioca da Lapa, Mário Lago tinha uma relação emocional com a capital paulista. Desde os tempos de menino, quando acompanhava o pai, maestro, em turnês pela cidade, até as passagens pelas rádios Bandeirantes e Panamericana, da qual foi um dos fundadores.

A exposição traz inúmeros registros audiovisuais de seus trabalhos no cinema e na televisão, da militância e sua vida pessoal.  Depoimento do ator Lima Duarte falando sobre a amizade e inicio da carreira ao lado de Mario Lago, Roberto Carlos cantando “Amélia” com Mario Lago no especial de 1991 e uma entrevista do programa Ensaio são algumas preciosidades do filme Mário Lago que emocionarão os visitantes.

Para complementar os visitantes poderão ouvir textos inéditos e novas parcerias, com 10 poemas seus musicados por artistas contemporâneos. Entre elas estão ‘Meu Rio, meu vício’, interpretada por Braguinha, “Três coisas”, interpretada por Lenine, “Minha vida foi isso o tempo todo", por Arnaldo Antunes, “Tudo como antigamente”, por Roberto Frejat, “Entre o futuro e o passado”, por Mario Lago Filho, Acyr Marques e Arlindo Cruz.

Segundo a coordenadora geral evento, Mariana Marinho, a exposição apresenta ao publico a leitura contemporânea de compositores brasileiros importantes de poemas inéditos de Mário Lago, deixando em evidencia a atemporalidade da arte do biografado. “O conteúdo proposto no Mube é sedutor tanto para os jovens que irão conhecer a obra multimídia do artista, quanto para aqueles que acompanharam sua importante história deste titã da arte brasileira”, observa.

Serviço:

Exposição Sobre Mário Lago no MuBE – Museu Brasileiro da Escultura
De 26 de fevereiro a 22 de março de 2014 - terça a domingo, das 11h às 17h
Avenida Europa, 218, Jardins, São Paulo – SP/ CEP: 01449-000
(11) 2594-2601
Entrada Franca
Horário: Terça a domingo, 10h às 19h.
Estacionamento: gratuito

Ficha técnica:
Patrocínio |   Souza Cruz
Curadoria |  Mario Lago FIlho
Coordenação e Produção Executiva |    Mariana Marinho
Pesquisa |     Daniel Ferreira e Pedro Paulo Malta

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Programação do Cinesesc

OTEIRO CINESESC
Programação especial que destaca atividades cinematográficas nas Unidades do Sesc SP na capital, no momento em que a sala de cinema do Cinesesc passa por reforma. O 'Roteiro' evidencia ações em diferentes espaços e formatos com propostas que vão da exibição às múltiplas visões e discussões sobre cinema.
 
O Iluminado (Dir.: Stanley Kubrik, EUA/Reino Unido, 1980, 119 min., 16 anos)
A adaptação cinematográfica de Kubrick para a obra de Stephen King mistura grandes interpretações, cenários ameaçadores e cenas oníricas, que transformaram este filme em um clássico do terror. Johnny (Jack Nicholson) interpreta Jack Torrance, que vai para o elegante e isolado Overlook Hotel com sua esposa e seu filho, para trabalhar como zelador durante o inverno. Uma jornada de loucura e assassinato permeia essa narrativa de crescente tensão e repleta de conflitos psicológicos.
Sesc Belenzinho (Rua Padre Adelino, 1000). Sexta-feira, 13/02, às 20h, Grátis. (Retirada de ingresso 30 min. antes)
 
Cineclubinho
O Menino no Espelho (Dir.: Guilherme Fiuza, Brasil, 2014, 78 min., Livre)
O filme conta a incrível história do garoto Fernando, que vê o seu reflexo no espelho tornar-se real. Ele ganha um clone chamado Odnanref, seu nome ao contrário, que lhe obedece cegamente e passa a ser a solução para todos os seus problemas.
Sesc Santo Amaro (Rua Amador Bueno, 505). Sábado, 14/02, às 11h, Grátis. Dublado
Sesc Consolação (Rua Doutor Vila Nova, 245). Sábado, 14/02, às 11h, Grátis. Dublado
 
Especial
A Origem - (DES)(RE)CONSTRUÇÃO: SUBVERSÕES DA NARRATIVA
Exibição do filme A Origem (Dir: Christopher Nolan, EUA/Reino Unido, 2010, 148 min., 14 anos)
Cobb (Leonardo DiCaprio) é um ladrão habilidoso que extrai segredos valiosos do inconsciente durante o sono. Para recuperar sua vida, Cobb aceita um último e complexo trabalho: plantar um pensamento no inconsciente do herdeiro de um império econômico.
Sesc Vila Mariana (Rua Pelotas, 141). Sábado, 14/02, às 14h, Grátis (Retirada de ingresso 1h antes).
 
Curso
O Videoclipe e a Narrativa Cinematográfica
Curso em que o videoclipe será tratado como um gênero artístico multimídia distinto, precursor do conteúdo digital produzido e veiculado na atualidade, analisando os códigos visuais trazidos do cinema, combinando vídeo e música, para definir representações culturais, de classe, de gênero, de sexualidade através de narrativas, cenários, adereços, figurinos, letras, entre outros elementos e simbologias. No programa serão abordadas a história e principais marcos, formatos, linguagens, narrativas e sub-gêneros, seus grandes diretores e a nova geração de realizadores, além de uma radiografia e análise crítica de videoclipes selecionados, e da realização de exercícios teóricos de criação para roteiros de videoclipe.
Coordenação de Bruno Dias, diretor, produtor e roteirista premiado pelos videoclipes “Te Levo Comigo”, da banda Restart (videoclipe nacional que mais vezes ficou em 1º lugar na história do Disk/Top 10 da MTV Brasil); “Pra você lembrar”, vencedor do prêmio de Melhor Videoclipe do Ano no Prêmio Multishow de 2001, e “Recomeçar”, vencedor do prêmio de Melhor Videoclipe do Ano no VMB 2010, todos da banda Restart; e também do vídeo da banda Granada para a canção “Diaria.Mente”, premiado como o Melhor Videoclipe pela São Paulo Filme Comission e pela Intercom 2009, entre outros.Não recomendado para menores de 12.
SESC Consolação (Rua Doutor Vila Nova, 245). Quintas, 19h às 21h30, de 05/02 a 26/02. De R$ 5 a R$ 20.
 
Exposição
Cine Olho
Intervenção cinematográfica que remete às primeiras exibições do cinema mudo a partir de trechos de filmes realizados entre 1896 a 1930. A instalação traz três caixas com um pequeno furo por onde o público pode observar cenas inusitadas deste cinema de atrações como: Os Primeiros Beijos, os Primeiros Monstros e os Primeiros Efeitos Especiais.
Sesc Bom Retiro (Alameda Nothmann, 185). De terça a sexta, das 9h às 20h30; sábado, das 10h às 18h30; domingo, das 10h às 17h30; Grátis. Até 03/05.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Feira de Eco Oportunidades

 

 


“Esta mensagem, incluindo seus anexos, é confidencial e seu conteúdo é restrito ao destinatário da mensagem. Caso você a tenha recebido por engano, queira, por favor, retorná-la ao destinatário e apagá-la de seus arquivos. É expressamente proibido o uso não autorizado, replicação ou disseminação da mesma. As opiniões contidas nesta mensagem e seus anexos não necessariamente refletem a opinião do órgão emissor”.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Espaço Cultural da Bela Vista seleciona projetos culturais

 

            O Espaço de Cultura Bela Vista (ECBV) completa um mês de atividades e já mudou a rotina do Bixiga, com a exposição "Resistência", performances de músicos do Brasil e da Alemanha, lançamento de produções independentes e palestras.

            Para se aproximar das demandas da comunidade, o ECBV está recebendo propostas de ações culturais e artísticas para avaliar e formatar o calendário de atividades do ano.

Thais Taverna, idealizadora do ECBV, explica que criar a interatividade com os artistas da região do Bixiga/Bela Vista vai de encontro com a proposta do espaço.

"Sempre estive no meio da memória do Bixiga por causa da família. Criamos um espaço agregador de pessoas e ideias, instalado num sobrado de tradição cultural e gastronômica quase na esquina da Conselheiro Carrão com Rui Barbosa", define Thais Taverna.

Os projetos culturais devem ser enviados para o Espaço de Cultura Bela Vista até dia 20 de fevereiro, pelo correio ou pessoalmente – Rua Conselheiro Carrão, 374 - Bela Vista – CEP 01328-000.

 

fachada.jpgECBV – Espaço de Cultura Bela Vista

 

Aberto de quarta a domingo, das 10h às 18h  

  

Rua Conselheiro Carrão, 374   CEP   01328-000

 

www.ecbv.art.br