terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Exposição fotográfica retrata os 45 anos da UFSCar

 

Mostra gratuita reúne imagens que retratam aspectos da evolução institucional do Campus São Carlos da Universidade e fotografias contemporâneas

O Saguão da Reitoria da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) recebe a exposição fotográfica “A UFSCar que queremos é a UFSCar que construímos”. A mostra, dividida em duas partes que se complementam, integra o projeto que promoveu a digitalização, o tratamento e a organização das fotografias do acervo da Coordenadoria de Comunicação Social (CCS) da UFSCar, contemplado pelo edital de apoio à realização de atividades sobre a memória da Universidade, em comemoração aos 45 anos da Instituição, celebrados em 2015.
No primeiro segmento da exposição os visitantes podem apreciar imagens que retratam em uma linha cronológica visual aspectos da evolução institucional do Campus São Carlos da UFSCar e também de suas conquistas. Já no segundo, há fotografias contemporâneas que enfatizam perspectivas conceituais e técnicas fotográficas profissionais, que levam os visitantes a projetar um futuro por meio da visualização dessas imagens.
Segundo Matheus Mazini, programador visual da CCS, curador da exposição e responsável pelas fotografias da segunda parte da mostra, as imagens deste segundo segmento primam por uma representação fora dos padrões documentais, no qual a composição dos elementos é o principal foco. “A segunda parte da exposição vem com a proposta de ser contemplada sem relações indicativas pois, desta forma, podemos nos desprender de convenções estabelecidas e praticarmos a leitura da imagem de forma livre, sem comprometimentos ou relações com os espaços retratados”, explica Matheus.
Além deste jogo temporal, ilustres figuras que fizeram parte da transformação e que ajudaram a posicionar a UFSCar como uma das principais instituições federais do país também poderão ser vistas. A exposição “A UFSCar que queremos é a UFSCar que construímos”, que tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão (ProEx), pode ser visitada gratuitamente no Saguão da Reitoria, que está localizada na área Sul do Campus São Carlos da UFSCar, de segunda a sexta-feira das 8 às 18h30. Mais informações pelo telefone (16) 3351-9590

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Ciclo de debates: O Urbanismo das Ruas em Rede


Cidade Universitária USP – FAU- auditório   (Rua do lago, 876) - inscrições no local
Dias 03/11 e 23/11 – 17h00 às 21h30

O evento parte do diagnóstico segundo o qual forças sociais vindas das ruas têm desempenhado papel importante na agenda urbana nos últimos anos. Por meio de um diálogo, da sistematização de experiências e da ampliação dos repertórios de ação, o ciclo de debates visa compreender as possibilidades e desafios de cada uma destas forças a partir, sobretudo, de suas próprias vozes e agenciamentos.  


Mesa 1 – terça-feira 03/11    17h00 – 19h00:   Outras narrativas e o uso crítico das tecnologias informacionais
Laura Capriglione  -  Jornalistas Livres
Natacha Rena – Grupo de Pesquisa Indisciplinar (UFMG)
Mediação: Rodrigo N. Lima - LAU USP S. Carlos

19h - 19h30 - café

Mesa 2  - terça-feira 03/11  19h30 – 21h30 :   Pelo Direito `a Cidade: ocupar e participar
Luciana Tatagiba - IFCH Unicamp
Guilherme Boulos - MTST
Mediação: Raquel Rolnik - FAU USP



Mesa 3  -  segunda-feira 23/11 –  17h00-19h00:      Vida urbana e urbanismos bottom up
Luiz Recaman - FAU USP
Paolo Colosso - FFLCH USP
Mediação: Leandro Medrano - FAU USP


Mesa 4 –  segunda-feira 23/11 19h30 – 21h30: Diversidades, ampliação do espaço público e o papel da juventude
Beatriz Lourenço - Movimento Negro
Nathalia O. Araújo – Levante Popular da Juventude
Mediação: Jéssica Omena - FFLCH USP

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

História Oral e processos de escolarização


ST História Oral e processos de escolarização - Coordenado pelo Prof. Dr. José Edimar de Souza (UFFS) e Profa. Dra. Caroline Cortelini (UNIOESTE):

O Simpósio Temático objetiva discutir pesquisas sobre os diferentes processos de escolarização constituídas em espaços formais e/ou não formais e sua relação com abordagem teórico-metodológica da História Oral. Pretende refletir quanto ao uso de fontes orais em estudos dos processos de escolarização que representam as práticas sociais estabelecidas pelos sujeitos em um determinado espaço e tempo. Nesse sentido, o ST acolhe comunicações que articulam as interfaces entre História Oral e os processos de escolarização e seus desdobramentos: as relações entre História Oral e memória; as culturas e práticas de escolarização e as fontes orais; o cotidiano escolar na perspectiva de sujeitos e instituições; trajetórias, experiências, estratégias e formas de ser, fazer e vivenciar a escolarização/docência.

Submissões de trabalhos XIII Encontro Nacional de História Oral, UFRGS, Porto Alegre - período de  inscrições: 29 de outubro a 26 de novembro de 2015.


Bibliografia:
AMADO, Janaina; FERREIRA, Marieta de M. Usos & abusos da história oral. 5ª. ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2002.
CATANI, Denice Barbaran; FARIA FILHO, Luciano Mendes de. Um lugar de produção e a produção de um lugar: a história e a historiografia divulgados no GT História da Educação da ANPEd (1985-2000). Revista Brasileira de Educação, n. 19, p. 113-128, 2002.
ERRANTE, Antoniette. Mas afinal, a memória é de quem? Histórias orais e modos de lembrar e contar. História da educação, ASPHE/Fa/UFPel, Pelotas: ASPHE, v. 4, n. 8, p. 141-174,set. 2000. Disponível em
. Acesso em: 12 fev. 2014.
FONSECA, Thais N. L.; VEIGA, Cynthia G. História e historiografia da educação no Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
GRAZZIOTIN, Luciane Sgarbi Santos; ALMEIDA, Dóris Bittencourt. Romagem do tempo e recantos da memória. Reflexões metodológicas sobre História Oral. São Leopoldo: Oikos, 2012.
HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Ed. Centauro, 2006.
POLLAK, Michael. Memória, esquecimento, silêncio. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 2, n. 3, 1989.
PRINS, Gwyn. História Oral. In: BURKE, Peter (Org.). A escrita da história: novas perspectivas. Trad. Magda Lopes. São Paulo: Ed. da Universidade Estadual Paulista, 1992. 
THOMSON, Alistair. Recompondo a memória: Questões sobre a relação entre a História Oral e as memórias. Projeto História, São Paulo, n. 15, abril, 1997, pp. 51-84.
STEPHANOU, Maria; BASTOS, Maria Helena Câmara. História, memória e história da educação. In: STEPHANOU, Maria; BASTOS, Maria Helena Camara. História e memórias da educação no Brasil. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005. v. 3: século XX, p. 416-430.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

CÁSPER LÍBERO ABRE AS PORTAS PARA SEMANA ACADÊMICA

Dois eventos de pesquisa científica serão promovidos no começo de novembro, dentre eles o maior encontro de mestrandos de comunicação do país


No mês de novembro, a Faculdade Cásper Líbero realizará dois eventos acadêmicos de grande porte logo na primeira semana do mês. De 3 a 5 de novembro acontecerá o 12º Fórum de Pesquisa Cásper Líbero, evento que trará os trabalhos realizados pelo Centro Interdisciplinar de Pesquisa – CIP da Faculdade. Logo após, nos dias 6 e 7 de novembro, será sediado o maior evento de mestrandos de comunicação do país, o 11º Interprogramas de Mestrado Cásper Líbero.
Com o objetivo de consolidar o laço da Faculdade com a pesquisa cientifica, o Fórum de Pesquisa da Cásper Líbero é um espaço de compartilhamento de conhecimentos e diálogos. O evento terá 35 apresentações durante os três dias, em alusão ao 35º aniversário do Relatório Um Mundo e Muitas Vozes, conhecido como MacBride, de Sean MacBride, vencedor do Nobel da Paz em 1974. O Relatório, que defendeu a polifonia da comunicação como caminho para a democratização do mundo, é o tema do encontro.
Já para o 11º Interprogramas de Mestrado, evento que conta com o maior número de mestrandos no Brasil no campo da comunicação, será promovido um diálogo entre os participantes a respeito das pesquisas que desenvolveram ou desenvolvem durante o mestrado. Serão diversas apresentações durante os dois dias, com oito mesas para cada dia, abordando variados temas de estudos e pesquisas.
Os encontros são de organização do Centro Interdisciplinar de Pesquisa da Faculdade Cásper Líbero, que neste ano de 2015 completa 15 anos de existência.
Inscrições e informações no site www.casperlibero.edu.br.

12º Fórum de Pesquisa Cásper Líbero – 3 a 5 de novembro          
Horários: 
9h às 11h / 19h30 às 22h30
11º Interprogramas de Mestrado Cásper Líbero – 6 e 7 de novembro   
Horários: 
6/11 das 13h30 às 18h e 7/11 das 9h às 13h
Local: Faculdade Cásper Líbero – Av. Paulista, 900

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

"Diálogos Críticos" com a semióloga Lúcia Santaella na Casa das Rosas


Dialogar talvez seja a forma suprema de conhecimento. Por isso, a Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, realiza no dia 30 de outubro, às 19h30, o ciclo de discussões “Diálogos Críticos”. Este mês, a convidada é Lúcia Santaella, uma das principais divulgadoras da semiótica e do pensamento de Charles Peirce no Brasil, com mais de quarenta livros publicados. O evento terá como mediador e “provocador” Edson Cruz. A Casa pertence à Secretaria de Estado da Cultura e é gerenciada pela organização social Poiesis. 


O que é a literatura? Para que serve a arte? A crítica literária é importante? O que é cultura relevante? Como lidar com a indústria cultural sem ser devorado por ela? A cibercultura veio destruir a cultura como a conhecemos? O ciclo busca refletir sobre essas e tantas outras questões pertinentes ao homem contemporâneo.


Para participar é necessário retirar ingressos na Recepção da Casa das Rosas com uma hora de antecedência. Aqueles que quiserem participar online, podem enviar perguntas para o Twitter do museu: @casadasrosas











Serviço:
Diálogos Críticos – com Lúcia SantaellaSexta-feira, 30 de outubro, às 19h30Mediador e provocador: Edson CruzDistribuição de ingressos: a partir das 18h30
Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e LiteraturaAvenida Paulista, 37 – próximo à Estação Brigadeiro do Metrô.Horário de funcionamento: de terça-feira a sábado, das 10h às 22h;Domingos e feriados, das 10h às 18h.Convênio com o estacionamento Parkimetro: Alameda Santos, 74 (exceto domingos e feriados).Tel.: (11) 3285-6986 / (11) 3288-9447.Site: www.casadasrosas.org.brTwitter: www.twitter.com/casadasrosasFacebook: www.facebook.com/casadasrosasInstagram: www.instagram.com/casadasrosas

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Viagens do fotógrafo Pierre Verger ganham exposição em São Paulo


Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil
Foto da Exposição Pierre Verger
Foto da Exposição Pierre VergerFundação Pierre Verger
As viagens do fotógrafo, etnólogo, antropólogo e pesquisador francês Pierre Verger (1902-1996) são o tema de uma exposição aberta no Museu Afro Brasil, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Com o nome As Aventuras de Pierre Verger, a mostra fica em cartaz até 30 de dezembro e pretende, sobretudo, atrair as crianças.

A curadoria e coordenação é de Alex Baradel, responsável pelo acervo da Fundação Pierre Verger. “Pensamos em mostrar um pouco o itinerário de Verger até ele chegar no Brasil, depois de várias viagens que fez, focando um pouco nos assuntos que interessam também ao público infantil”, disse o curador.
“As crianças se identificam muito nas fotografias de Pierre Verger, embora sejam em preto e branco e antigas. Mas ele era precursor porque sempre desejou conhecer outros mundos, viajar e descobrir outras culturas. E esse é um assunto que sempre interessa aos mais jovens – o de ver outros horizontes. Pegamos viagens atraentes para as crianças, por exemplo uma viagem que ele fez à Polinésia onde, durante quatro meses, morou em uma ilha sem nada, assim como Robinson Crusoe [personagem náufrago de um romance inglês]. E é o sonho de muitas crianças viver em uma ilha”, disse Baradel.

Na exposição, as fotografias de Verger dialogam com outros documentos, entre eles uma obra do pintor Paul Gaughin e uma revista das Aventuras de Tintin [história em quadrinhos criada em 1929]. São cerca de 270 fotografias - 50 delas em vídeo - registradas pelo fotógrafo em suas viagens, agrupadas em nove módulos que ajudam a contar as viagens de Verger: Paris, Viagens, Polinésia, Saara, China, Peru, África, Projeto e Educativo. Há também 11 ilustrações do artista visual baiano Bruno Marcello (Bua) que retratam Verger em diversos episódios e contextos.

Verger saiu da França com 30 anos, após a morte de sua mãe. Passou então muitos anos viajando pelo mundo até que, em 1946, chegou a Salvador. “Quando chegou à Bahia, ele se apaixonou pela cidade, se interessou muito pela cultura afro-brasileira e passou a viver em Salvador, até a morte”, contou o curador. Na Bahia, ele começou a se interessar pela religião de origem africana, que passou a ser tema de suas pesquisas e fotografias.

Edição: Graça Adjuto

Midia e Política


"Entre Artes - Modos de Olhar do Escultor e Cenotécnico Roberval Layus" desnuda o processo de criação e do fazer artístico



Mostra reúne aproximadamente 60 esculturas em madeira, 25 em bronze, modelos em gesso e cera utilizados na fundição das esculturas, ferramentas e materiais utilizados na feitura das peças e catálogos de trabalhos realizados


 "Entre Artes" traz a produção do cenógrafo e escultor Roberval Layus, cujo trabalho está intimamente ligado aos eventos artísticos realizados em diversas capitais brasileiras. A exposição fica em cartaz de 14 de outubro de 2015 a 31 de janeiro de 2016, no espaço das Oficinas de Criatividade do Sesc Pompeia.


A mostra traduz, por meio de fotos, obras, utensílios e ferramentas, os processos criativos e tramas que alicerçam o trabalho de Roberval e, de uma forma mais ampla, o próprio fazer artístico. "Minha familiaridade com o universo das ferramentas escultóricas vem da infância. Meu avô tinha grande interesse pela marcenaria e meu bisavô era carpinteiro. Desde cedo comecei a brincar de esculpir com facas de cozinha em barras de sabão e fiz meus próprios brinquedos", destaca o artista.
A exposição reúne as obras escultóricas do artista, mostrando os processos de criação, desde os primeiros desenhos, o uso da madeira, do entalhe e da fundição em gesso e cera. Além dessas peças, será apresentado também o processo de produção do totem comunicativo do Conjunto Esportivo do Sesc Pompeia, com uma maquete do projeto e seu plano de execução.


Com o espectro de trabalho de Roberval, envolvendo escultura, marcenaria, fundição e ferramentais diversos, a realização da exposição no espaço das Oficinas de Criatividade oferece um efeito educativo ao público matriculado nos cursos, bem como aos transeuntes daquele espaço.
"A exposição pretende, ainda, despertar no público o interesse em ingressar em um dos vários cursos oferecidos pela unidade, como marcenaria, técnicas mistas, arte têxtil, gravura, fotografia, cerâmica, entre outras", complementa Alcimar Frazão, Supervisor no Núcleo de Artes Visuais do Sesc Pompeia.


Layus possui uma vasta produção intimamente ligada à matéria da madeira, do bronze e da cenografia. Passou por cursos livres de modelagem, desenho e escultura em cerâmica até descobrir a fundição, que o levou a trabalhar muitos anos em galerias produzindo múltiplos em metal.
Ainda na época em que Lina Bo Bardi atuava no Sesc Pompeia, Roberval, que possui uma relação próxima com a unidade, tornou-se cenotécnico e monitor na Oficina de Marcenaria. O artista produziu ainda, diversos trabalhos para as unidades do Sesc, como as exposições "Entreato para crianças" e "Flávio Império" e atuou, também como cenotécnico junto a Bienal de São Paulo, no MAM-SP e em outros museus e centros culturais brasileiros. 



SERVIÇO
"Entre Artes - Modos de Olhar do Escultor e Cenotécnico Roberval Layus"
De 14 de outubro de 2015 a 31 de janeiro de 2016
Oficinas de Criatividade
Terça a sexta, das 10h às 22h
Sábado, domingo e feriados, das 10h às 16h

Classificação indicativa: Livre
SESC Pompeia - Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal sescsp.org.br/pompeia

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

CET implanta redução de velocidade máxima em mais 5 vias Trajetos na zona sul terão limite reduzido, em sua maior parte, para 50 km/h a partir da próxima sexta-feira (02/10). Um trecho da Avenida Professor Abraão de Morais terá velocidade máxima de 70 km/h A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) implantará a partir da próxima sexta-feira (02/10) a redução de velocidade máxima para 50 Km/h em 5 vias da capital. As alterações acontecerão na avenidas Dom Pedro I, Tereza Cristina, Nazaré, Doutor Ricardo Jafet e Professor Abraão de Morais. Atualmente, a velocidade permitida na maior parte desse trajeto é de até 60 km/h. Um trecho da Avenida Professor Abraão de Morais que atualmente tem limite de 90km/h terá a velocidade máxima reduzida para 70 km/h. A medida está inserida no plano de redução de acidentes viários do Programa de Proteção à Vida. Serão instaladas faixas e painéis informativos para orientar os motoristas sobre as mudanças e utilizadas 186 placas de sinalização vertical. O Programa de Proteção à Vida foi iniciado em 2013, no começo da atual gestão, e busca a redução de acidentes e atropelamentos na cidade ampliando uma série de ações para segurança de todos os agentes do trânsito, especialmente os pedestres. A iniciativa inclui várias frentes como o CET no Seu Bairro, a implantação de Áreas 40, da Frente Segura (bolsões de parada junto aos semáforos para motociclistas e bicicletas), das faixas de pedestres diagonais em cruzamentos de grande movimento e da redução de velocidade máxima para o padrão de 50 km/h nas vias arteriais. Também foram revitalizados os semáforos de 4.537 cruzamentos na cidade. Com isso, pretende-se melhorar a segurança dos usuários do sistema viário, buscando a convivência pacífica entre todos. Alterações no Sistema Viário Avenida Dom Pedro I Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h entre a Avenida do Estado e a Praça do Monumento (trecho com 1,7 km de extensão). Avenida Tereza Cristina Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h entre a Avenida do Estado e a Praça do Monumento (trecho com 1,0 km de extensão). Avenida Nazaré Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h entre a Praça do Monumento e a Rua Itacoarati (trecho com 2,8 km de extensão). Avenida Doutor Ricardo Jafet Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h entre a Praça do Monumento e a Avenida Professor Abraão de Morais (trecho com 3,6 km de extensão). Avenida Professor Abraão de Morais • Regulamentação de velocidade máxima de 70 km/h entre a Rodovia dos Imigrantes e o Viaduto Aliomar Baleeiro (trecho com 3,1 km de extensão). • Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h entre o Viaduto Aliomar Baleeiro e a Avenida Doutor Ricardo Jafet (trecho com 2,3 km de extensão). A Engenharia de Campo da CET vai acompanhar o desempenho da nova medida e intensificar o monitoramento do trânsito nessas regiões. Fale com a CET - Ligue 1188. Atendimento 24 horas para informações de trânsito, ocorrências, reclamações, remoções e sugestões.


sexta-feira, 18 de setembro de 2015

CHAMADA PARA DOSSIÊ "HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO: INSTITUIÇÕES E PROCESSOS DE ESCOLARIZAÇÃO"



O Conselho Editorial da revista História Unicap comunica que está aberta a chamada de artigos para o dossiê "História da Educação: instituições e processos de escolarização", coordenado pelos professores: Dr. José Edimar de Souza (UNISINOS) e Drª. Luciane Sgarbi Santos Grazziotin (UNISINOS).


As pesquisas em História da Educação contribuem, entre outros aspectos, para se pensar os processos, as mudanças e as(des)continuidades das ações da educação em diferentes tempos. O dossiê temático "História da Educação: instituições e processos de escolarização" propõe discutir as dimensões históricas, políticas e sociais das instituições educativas em distintas dimensões, com especial enfoque à cultura escolar produzida em determinados espaços e tempos.


Nesse sentido, serão bem-vindos trabalhos resultantes de pesquisas empíricas e/ou reflexões de caráter teórico e metodológico que visem avançar na discussão sobre as diferentes instituições educativas, os processos de escolarização, as práticas, o cotidiano escolar, os usos e artefatos escolares, as identidades de pertencimento, entre outras questões relacionas aos contextos sociais, políticos e culturais.


As submissões serão realizadas através do sistema eletrônico da revista, e devem seguir as normas de publicação dispostos no campo "diretrizes para os autores e condições para submissão".


Os artigos devem ser enviados até o dia 1 de Novembro de 2015. Também aceitamos artigos em fluxo contínuo para nossas edições, sobre diferentes temáticas no campo da história e áreas afins.


ISSN: 2359-2370

http://www.unicap.br/ojs//index.php/historia/announcement



Secretaria Compartilhada Escola de Humanidades
Programa de Pós-Graduação em Educação
Unisinos - Somos infinitas possibilidades
http://www.unisinos.br/ ( http://www.unisinos.br/ )
(51) 3590-8781 /Ramal: 1113/1165

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

A SOCIEDADE CAVALIERI



Exposição sobre sociedade secreta de artistas europeus abre dia 26 de setembro na CAIXA Cultural São Paulo


A Caixa Cultural São Paulo apresenta, de 26 de setembro a 22 de novembro, a exposição "A Sociedade Cavalieri", sob a curadoria de Pierre Menard. A exposição conta a história de uma sociedade secreta de artistas gravadores, que durante mais de 300 anos atuou nos ateliês da Europa Ocidental. O projeto tem entrada gratuita e conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal.

Fundada em homenagem ao gravador italiano Giovanni Battista Cavalieri (1526-1597), a Sociedade Cavalieri, reunia artistas que criariam imagens de monstros imaginários e criaturas antropomórficas, através do método criativo estabelecido pelo artista homenageado. Teriam sido membros desta sociedade, gravadores como Rembrandt, Goya, Hogarth, Tiepolo, Daumier, Odilon Redon, entre outros.

A exposição divide-se em duas partes. A primeira apresenta a biografia de Giovanni B. Cavalieri ao lado de sua série de gravuras de monstros, o que de acordo com o curador Menard, teria influenciado a história da arte até o começo do século XX. A segunda parte apresenta renomados gravadores membros da sociedade influenciados diretamente pela produção de Cavalieri.

Depois de São Paulo, o projeto segue para a CAIXA Cultural Brasília, em novembro de 2015, e CAIXA Cultural Curitiba, em janeiro de 2016.

A verdadeira história
As gravuras dos artistas membros dessa sociedade secreta foram modificadas para que pudessem ter alguma semelhança com o trabalho de Cavalieri. A curadoria da exposição é fictícia, sendo a organização do evento atribuída ao francês Pierre Menard. Cada uma das gravuras dos artistas participantes é acompanhada de um texto, que além de informações falsas sobre as obras, apresenta a argumentação do curador acerca da ligação entre o artista e a Sociedade Cavalieri. Também não são verdadeiros os créditos e as instituições de apoio à exposição.

Para Felipe Prando, que assina o texto crítico do catálogo “Estamos diante de uma ficção construída pelo artista Pierre Lapalu. Baseado em fatos reais, o artista recria a presença do gravador Giovanni Battista de Cavalieri na história da arte. A partir da série de gravuras ‘Obra na qual se veem monstros de todas as partes do mundo antigo e moderno’, publicada em 1585, o artista  inventa uma sociedade secreta e dá vida a novos monstros, colocando à prova um método até então inexistente”, conta Prando.

A “Sociedade Cavalieri” é uma exposição que lida com ficções através de apropriações. Apropria-se de obras de artistas do passado e se apropria também de uma estética discursiva das instituições e da história da arte, afim de criar sua própria narrativa. Caberá ao público desvendar esta ficção e encontrar verdades ou mentiras nesta fábula de história da arte.

Serviço:
Exposição “A Sociedade Cavalieri”
Abertura para convidados e imprensa: 26 de setembro de 2015 (sábado), às 11h
Data: 26 de setembro a 22 de novembro de 2015 (terça-feira a domingo)
Horário: 9h às 19h
Entrada: franca
Local: CAIXA Cultural São Paulo
Endereço: Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo (SP)
Classificação indicativa: Livre
Informações: (11) 3321-4400
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Mercado Municipal do Ipiranga realiza nova edição

 

 

 


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domingo, 30 de agosto de 2015

Nuno Ramos abre exposição na Estação Pinacoteca


Obras, em sua maioria inéditas, ocupam o quarto andar do museu, que tem visitação gratuita até 18 de outubro

 Em cartaz até o dia 15 de novembro

A Pinacoteca do Estado de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, recebe a partir do dia 29 de agosto a exposição HOUYHNHNMS, do artista paulistano Nuno Ramos.
São mais de 20 obras entre pinturas, relevos, desenhos e esculturas de grandes proporções produzidas ao longo de nove meses e que agora ocupam o quarto andar da Estação Pinacoteca. Com exceção de Cavaloporpierrô, já montada em 2014 no Instituto Iberê Camargo de Porto Alegre, todos os trabalhos apresentados são inéditos.
 As cinco pinturas encontradas na exposição retomam o uso maciço da vaselina como base das cores, procedimento que Nuno Ramos desenvolveu no fim da década de 1980 e abandou no começo da década seguinte.
Quatro relevos e sete desenhos completam a mostra. Feitos a partir de chapas e tubos de metal, tecidos, plásticos e tinta a óleo sobre madeira, os relevos apresentam elementos tridimensionais que prolongam ou contrastam os movimentos sugeridos pela pintura. "Os relevos e as vaselinas se complementam. Os desenhos, por sua vez, formam uma série dedicada a Proteu, conhecido na mitologia grega como o deus da metamorfose. Cada um traz carimbado o nome de uma das transformações pelas quais Proteu passou no canto IV da Odisséia", explica o curador Lorenzo Mammì.
A exposição apresentará ao público ainda esculturas como a CavaloporPierrô e a Casaporarroz, além de réplicas destas obras fundidas em bronze e alumínio e vídeos dirigidos por Nuno Ramos e Eduardo Climachauska. As duas são conhecidas como 'dádivas', conceito antropológico usado por Nuno e desenvolvido por Marcel Mauss que fala sobre trocas em sociedade que não visam lucro. "Uma troca maluca, assim como a exposição, que é exatamente um intercâmbio de elementos, sem que haja necessariamente uma equivalência entre eles. Trabalhos que, em diálogo uns com os outros, sugerem o acúmulo de significados", disse Nuno Ramos.

NUNO RAMOS
Nuno Ramos nasceu em 1960, em São Paulo, onde vive e trabalha. Formado em filosofia pela Universidade de São Paulo, é pintor, desenhista, escultor, escritor, cineasta, cenógrafo e compositor. Começou a pintar em 1984, quando passou a fazer parte do grupo de artistas do ateliê Casa 7. Desde então tem exposto regularmente no Brasil e no exterior. Participou da Bienal de Veneza de 1995, onde foi o artista representante do pavilhão brasileiro, e das Bienais Internacionais de São Paulo de 1985, 1989, 1994 e 2010.
Como escritor, publicou Sermões (2015), Junco (2011), O mau vidraceiro (2010), Ó (2008), Ensaio geral (2007), O pão do corvo (2001) e Cujo (1993). 
Como cineasta, roteirizou e codirigiu com Clima, em 2002, os curtas-metragens Luz negra (ParaNelson 1) e Duas horas (ParaNelson 1). Em 2004, roteirizou o e dirigiu o curta Alvorada. Roteirizou e codirigiu com Clima e Gustavo Moura o curta Casco, também em 2004, e Iluminai os terreiros, em 2006. 
Nuno é também compositor e já teve trabalhos gravados por Romulo Froes, Nina Becker, Clima, Mariana Aidar, entre outros.
Recebeu em 2009 e 2011, o Prêmio Portugal Telecom de Literatura por Ó e Junco, respectivamente. Em 2006, ganhou o Grant Award da Barnett and Annalee Newman Foundation.

Pinacoteca do Estado de São Paulo
Praça da Luz, 02 - Tel. +55 11 3324 1000
Terça a domingo das 10h às 17h30 com permanência até as 18h.
Entrada gratuita até 18 de outubro.

Estação Pinacoteca e Memorial da Resistência de São Paulo
Largo General Osório, 66 - São Paulo, SP - Tel. +55 11 3335 4990
Terça a Domingo das 10h às 18h. Bilheteria até as 17h30.

Entrada gratuita até 18 de outubro.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Fábio Peron faz lançamento do CD 'Confraria do Som' em Tatuí


Show acontece no dia 27 de agosto, com entrada franca, a partir das 20h30, no teatro Procópio Ferreira 

O Teatro Procópio Ferreira, equipamento do Conservatório de Tatuí, recebe no próximo dia 27 de agosto, quinta-feira, às 20h30, show de lançamento do CD "Fábio Peron e a Confraria do Som". O evento terá entrada franca.
O CD que dá origem ao show foi viabilizado pelo ProAC e conta com 14 composições instrumentais de Peron, todas inéditas. As gravações tiveram participação de sete músicos solistas convidados, todos expoentes da música brasileira instrumental da atualidade: Arismar do Espírito Santo, Chico Pinheiro, Thiago Espírito Santo, Izaias Bueno de Almeida, Ricardo Herz, Alexandre Ribeiro e Zé Barbeiro. Este será o segundo CD com composições de Fábio Peron. O primeiro, de 2011, também foi gravado com apoio do ProAC. A produção musical é de Swami Junior.
O show de lançamento contará com a participação do clarinetista Alexandre Ribeiro e de uma banda de apoio composta de músicos de notória presença no cenário musical paulistano e que também participaram das gravações do CD.
No programa da apresentação estão as obras "Das Antigas", "Vida Linda", "Afronipônico", "De Fraque no Frevo", "Valente", "Coração nos Dedos", "Vixejá", "Distância", "Nascerá", "Vai que Cai", "Paz", "Esquenta", "Tergiversando" e "Redenção". As obras são as mesmas gravadas em CD. "Espelhamos com isso absoluta fidelidade às intenções e realizações do projeto", diz o músico.
Fábio Peron é um jovem virtuose que está desenvolvendo novas linguagens e formas de expressão no seu instrumento - o bandolim de 10 cordas - por meio de um repertório de música brasileira no qual são identificados desde os elementos do choro, sua escola de formação inicial, até os mais variados sotaques do samba, do frevo e do baião, além das influências jazzísticas e das fusões da música da atualidade. Através do trabalho de Fábio Peron, que compreende temas de composições próprias e interpretações expressivas da obra dos grandes autores clássicos, pode-se constatar a força da transmissão de características culturais marcantes ao longo da história da música brasileira, assim como registrar um momento de grande fertilidade da música instrumental contemporânea.
Fábio tem se apresentado ao lado de grandes nomes da música brasileira, entre eles Arismar do Espírito Santo, Lea Freire, André Mehmari, Alessandro Penezzi, Thiago Espírito Santo e Nailor Azevedo Proveta, entre muitos outros.




SERVIÇO
Show "Fábio Peron e a Confraria do Som"
27/08/2015 às 20:30
Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415
Tatuí - SP
Entrada franca

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

ENC: Seminário Ação Pública, Ação Criativa: um intercâmbio Brasil – Reino Unido

 

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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Filiações: Encontro sobre a obra de Laura de Mello e Souza

Agência FAPESP – O evento “Filiações: Encontro para debater a obra de Laura de Mello e Souza” será realizado na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) nos dias 18 e 19 de agosto de 2015.

Segundo os organizadores, o encontro tem por objetivo fazer um primeiro balanço da produção acadêmica de Mello e Souza e desse modo render homenagem à professora, orientadora e grande intelectual brasileira.

Em setembro de 2014, Mello e Souza aposentou-se de suas funções no Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e assumiu a Cátedra de Estudos Brasileiros da Universidade de Paris IV – Sorbonne, em Paris.

Autora de obras fundamentais para o pensamento brasileiro e a História do Brasil, tais como, Desclassificados do ouro (1982), O diabo e a Terra de Santa Cruz (1986), Inferno atlântico (1993) e O sol e a sombra (2006), Mello e Souza continua a atuar de forma intensa na escrita da história e na orientação de pesquisas de pós-graduação, agora também na França.

Serão realizadas quatro mesas-redondas, que reunirão vários pesquisadores: “Cultura e religiosidade”, “Minas colonial”, “Política e administração” e “Letras e sociedade”.
O evento é aberto e não é necessário fazer inscrição. Ocorrerá a partir das 14 horas no Auditório do Departamento de História da FFLCH, que fica na Av. Prof. Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Pinacoteca de São Paulo comemora 110 anos com programação especial e novos projetos

 
A Pinacoteca, Museu de arte mais antigo de São Paulo e um dos mais visitados e ativos da capital paulista e do Brasil, pertencente à Secretaria do Estado de Cultura, completa 110 anos de existência em dezembro deste ano. Para celebrar mais de um século de uma história tão relevante, prepara uma série ações especiais que se estenderão pelo segundo semestre de 2015 e 2016.
Além de exposições que lançarão as questões sobre sua história, fazem parte do calendário comemorativo a concepção e a venda de novos produtos, a aquisição de uma obra de arte histórica, o lançamento de publicações, a realização de eventos e a reformulação da sua comunicação visual.
As atividades começaram em julho deste ano com a abertura da exposição 'A paisagem na arte: 1690-1998. Artistas britânicos na coleção da Tate' e seguem até 2016. "É um orgulho poder marcar esta data com uma agenda tão completa e variada. Começamos a organizar tudo há meses e nosso maior compromisso é festejar, revisitar e propor projetos e ações que reforçam a importância da Pinacoteca, além de aproximar o público e convidá-lo a também dividir conosco esta história", disse o diretor geral, Tadeu Chiarelli.


EXPOSIÇÕES
A mostra internacional que celebra a parceria entre a Tate e a Pinacoteca de São Paulo deu início à extensa lista de atividades que vai marcar os 110 anos do Museu, mas outras grandes exposições ainda estão previstas: 
  • Em dezembro abre 'Museu Paulista e a Pinacoteca: Coleções em diálogo', "uma mostra que remete à origem do acervo da Pinacoteca, que foi formado a partir da doação de 26 obras vindas do Museu Paulista, e que, portanto, dialogam diretamente com a nossa história", explica a curadora-chefe Valéria Piccoli. 
  • Também em dezembro de 2015 será inaugurada uma mostra inédita com curadoria de Tadeu Chiarelli. Nesta exposição, o diretor geral apresentará, com a proposta de retomar das grandes contribuições da Pinacoteca para a historiografia da arte brasileira introduzida na gestão de Emanoel Araújo (1993-2002), uma importante reflexão sobre a presença de obras de artistas afrodescendentes na coleção do Museu, coleção esta ampliada com novas aquisições. 
  • Ainda em 2015 e com curadoria de José Augusto Ribeiro, a 'Arte Contemporânea na coleção da Pinacoteca' apresentará cerca de 40 obras de artistas em atividade no Brasil, realizadas desde a década de 1980 e pertencentes à coleção da Pinacoteca. A mostra reúne pinturas, esculturas, gravuras, desenhos, vídeos e instalações, a maioria incorporada recentemente ao acervo da instituição e com trabalhos que vêm a público pela primeira vez. 
  • Em março de 2016 chega à Pinacoteca a primeira exposição que examina a produção artística de Tulio Mugnaini (1895-1975), artista formado pelo Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e que atuou como diretor do Museu por quase 20 anos (entre 1944 e 1965). 
  • Uma outra exposição, primeira a analisar a pintura de paisagem desde as primeiras décadas do século XIX até o início do século XX em um contexto pan-americano, é organizada para o ano que vem. Fruto de uma inédita parceria entre a Art Gallery of Ontario (Toronto, Canadá), Terra Foundation for American Art (Chicago, EUA) e a Pinacoteca, ela enfatizará a produção artística da Argentina e da região do Prata; de países andinos como Peru, Chile, Equador e Venezuela; Brasil, México, Estados Unidos e Canadá, onde a presença da pintura de paisagem foi mais expressiva. 
  • Ivo Mesquita, ex-diretor da Pinacoteca, e José Augusto Ribeiro assinam a curadoria da 'Coleção Helga de Alvear', que trará à São Paulo em junho de 2016 cerca de 120 obras pertencentes à Fundación Helga de Alvear, uma das mais importantes coleções de arte contemporânea da Europa, sediada em Cáceres, na Espanha. Os trabalhos representam a obra de quase 70 artistas, entre nomes decisivos, como Kandinsky, Duchamp e Josef Albers, Gerhard Richter, Bruce Nauman, Cindy Sherman, entre outros. 
  • A exposição de Ana Tavares vem completar o ciclo de mostras dedicadas à revisão de carreira de artistas que iniciaram suas trajetórias no cenário brasileiro na década de 1980. Ela pretende apresentar uma antologia da obra da artista, recorrendo a trabalhos marcantes de sua trajetória. Além disso, uma obra site-specific será projetada e executada especialmente para ocupar o Octógono, sendo incorporada à coleção da Pinacoteca ao fim da exposição. 
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EVENTOS
Duas grandes festas estão programadas para celebrar o aniversário do Museu.
  • O "PinaBall" acontecerá dia 29 de outubro para 800 convidados pagantes e será uma festa beneficente com cenografia de Felippe Crescenti. Parte da arrecadação será destinada à compra de uma obra de arte histórica para o acervo da Pinacoteca. Fazem parte da comissão organizadora Andrea Pereira, Beatriz Yunes Guarita, Nathalia Lenci, Ana Maria Carvalho Pinto e Paulo Vicelli, diretor de relações institucionais da Pinacoteca. "Será um momento mágico de celebração e confraternização com os amigos, patrocinadores, artistas e admiradores da Pina", afirma Vicelli. Os convites já estão à venda no site www.pinacoteca.org.br e a festa promete marcar o calendário social de São Paulo. 
  • Dia 25 de janeiro de 2016, o estacionamento da Pinacoteca receberá food trucks e música ao vivo para comemorar os seus 110 anos com todo o público. Nesta data, o Museu também terá visitação gratuita. 
PRODUTOS
  • Uma nova coleção de joias exclusiva e inspirada na arquitetura da Pinacoteca foi desenvolvida pela designer Aurea Sacilotto. São nove peças, entre anéis, brincos, broches e colares, que terão uma edição única feita em ouro, pérolas e brilhantes e uma versão com tiragem maior em prata.  As peças serão vendidas na Loja da Pinacoteca a partir de novembro deste ano. 
  • Uma opção lúdica para marcar o aniversário será o lançamento da publicação: 'Pinacoteca de São Paulo - 110 anos de história para colorir'. Um livro de 30 páginas com imagens desenvolvidas pelo ilustrador José Carlos Lollo que registrarão os fatos marcantes do Museu. A venda na Loja da Pinacoteca começa em setembro de 2015. 
  • Onze artistas que fizeram história na Pinacoteca de São Paulo doarão trabalhos inéditos para compor uma caixa de gravuras exclusiva e limitada que será vendida para arrecadar fundos. Esta seleção especial será protagonizada por um time de peso composto por Beatriz Milhazes, Leda Catunda, Ester Grinspum, Carmela Gross, Maria Bonomi, Ana Maria Tavares, Ana Maria Maiolino, Monica Nador, Laura Vinci, Jac Leirner (a confirmar) e Regina Silveira. Apenas 50 caixas serão comercializadas a partir de julho de 2016. 
COMUNICAÇÃO
  • Aproveitando a ocasião, a Pinacoteca iniciou recentemente, junto à agência F/Nazca Saatchi & Saatchi, uma reflexão sobre sua identidade visual. 
  • Para fortalecer a sua presença nas redes sociais, o Museu está apostando em uma comunicação que conte aos leitores fatos e curiosidades sobre os seus 110 anos de história e em hashtags comemorativas (#pinaball e #pinacoteca110anos). As ações online pretendem impactar as mais de 250 mil pessoas que acompanham a Pina no Facebook, Twitter e Instagram.
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© Pinacoteca de São Paulo - Foto: Isabella Matheus © Pinacoteca de São Paulo - Foto: Isabella Matheus

Pinacoteca do Estado de São Paulo
Praça da Luz, 02 - Tel. +55 11 3324 1000
Terça a domingo das 10h às 17h30 com permanência até as 18h.
Entrada gratuita até 18 de outubro.
Estação Pinacoteca e Memorial da Resistência de São Paulo
Largo General Osório, 66 - São Paulo, SP - Tel. +55 11 3335 4990
Terça a domingo das 10h às 17h30 com permanência até as 18h.
Entrada gratuita até 18 de outubro.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

O cenário de Ilha Grande/RJ serve de inspiração para a mostra fotográfica


O cenário de Ilha Grande/RJ serve de inspiração para a mostra fotográfica Rocks of Imagination do fotógrafo André Cypriano na Galeria Paralelo de 12 de agosto a 18 de setembro 
Turistas que não se cansam de apreciar as belezas das praias da ilha poderão,
a partir da visita à mostra, reconhecer a natureza e as formas nas pedras calcadas há milhares de anos


A Galeria Paralelo (www.paralelogaleria.com.br), em Pinheiros, recebe a partir de 12 de agosto a exposição Rocks of Imagination do fotógrafo paulistano André Cypriano. Composta por 11 fotografias, a mostra é resultado de mais de 15 anos de expedições e buscas pelas ‘pedras com formato’, como o artista as batizou.
Fotodocumentarista premiado por trabalhos na favela da Rocinha e no presídio de Cândido Mendes, ambos no Rio de Janeiro, Cypriano aventura-se em um novo ensaio e resgata o encantamento que teve com as costas rochosas de Ilha Grande, também no Rio. O preto e branco, característica de suas fotografias documentais, saem de cena e dão lugar às cores da natureza e ao exercício imaginativo.
Com curadoria de Éder Chiodetto, Rocks of Imagination começou a ganhar vida em 1999, quando o fotógrafo resolveu registrar a beleza natural de Ilha Grande antes da virada do século. O que lhe saltou aos olhos em suas expedições, porém, foi a magnitude das costas rochosas, como a Pedra do Drago, rocha em forma de dragão que “avançava sobre o horizonte como se estivesse enfrentando o poder do mar e seus invasores”, diz.
A partir da Pedra do Drago e da Pedra do Feto, também avistada por Cypriano, o fotógrafo passou a ‘praticar’ o exercício imaginativo quanto às formas das pedras de Ilha Grande, em um processo que durou, ao todo, mais de uma década e meia e resultou no portfólio com 40 fotografias que será mostrado, parcialmente, em exposição na Galeria Paralelo.
Das observações, que só podem ser realizadas dentro de um estado de completo relaxamento mental e visual, ensina o artista, unidas a uma conjunção de fatores, surgiram pedras com características claramente detectáveis como, por exemplo, um feto, um elefante, o Mickey Mouse, um pênis, etc. 
Na exposição Rocks of Imagination, André Cypriano mostra diversas fotografias e formas de pedras que parecem contar um pouco a história do mundo ao começar pela Pedra do Dinossauro e outros animais, tartaruga, jacaré e elefante. Posteriormente, as formas eróticas e do corpo humano que têm como ‘resultado’ na cronologia a Pedra do Feto, a Pedra do Rosto e Pedra da Imaginação cujo o formato sugere um pênis. A história é encerrada pelo desconhecido, representada pela Pedra do E.T., o extraterrestre.  
Mais do que a forma, explica André Cypriano, as pedras possuem grande beleza e mistério. “A mais conhecida, a Pedra do Pico do Papagaio, está localizada nas montanhas a 3,2 mil metros acima do nível do mar”, revela. “Depois de uma árdua caminhada, ao chegar ao topo ela ‘muda de formato’ e deixa de ser o papagaio para lembrar a silhueta do Mickey Mouse”, diz.
Esse jogo de interpretação e imaginação quanto aos formatos das pedras é o que mais cativa o fotógrafo nas expedições e buscas. “Infinitas são as possibilidades de visualizar formas nas pedras, elas mudam dependendo do ângulo, da direção da luz e, principalmente, de quem as olha”, afirma. A exposição fica em cartaz na Galeria Paralelo até dia 18 de setembro.


Sobre André Cypriano
André Cypriano nasceu em 1964, em São Paulo, onde se formou em Administração de Empresas. Voltado para os problemas ambientais, dedicou tempo e esforço como administrador do projeto "Salva Mar/Whale", organização que ajudou a combater a matança de baleias no Norte do Brasil. Em 1990, um ano após mudança para os EUA, começou a estudar fotografia em San Francisco. Desde então, tem completado vários projetos expostos em mais de 200 galerias e museus na América do Sul, América do Norte, Ásia e Europa. 
Foi premiado com o primeiro lugar no San Francisco City College  Photography Department of Scholarship; World Image Award do Photo District News em Nova York; no Portrait Excellence Award da Lifetouch na Califórnia; New Works Awards da En Foco em Nova York; Mother Jones International Fund for Documentary Photography; Bolsa Vitae de Artes; Caracas Think Tank na Venezuela; no All Roads Photography Program da NGS. Seu trabalho faz parte de diversas coleções no MAM-SP, Pinacoteca, MASP Coleção PirelliColeção FNAC de Fotografia, Museo Del Barrio.
Parte de um projeto de longo prazo, Cypriano começou a documentar estilos de vida tradicionais e práticas de sociedades em lugares menos conhecidos nos remotos cantos do mundo, com uma tendência para o raro e extraordinário. Ele fotografou o povo de Nias, na costa oeste da Sumatra (Nias - Pulando Pedras); práticas de rituais em Bali (Questão Espiritual); infame penitenciária de Cândido Mendes, Ilha Grande/RJ (O Caldeirão do Diabo, livro publicado pela Cosac Naify); a maior favela do Brasil (Rocinha, livro publicado pela SENAC); as principais favelas do Rio (Cultura Informal); a cultura informal de Caracas (Favelas de Caracas, livro publicado por Caracas Think Tank); comunidades quilombolas espalhadas pelo País (Quilombolas, livro publicado pela AORI Produções Culturais); o universo da capoeira (Capoeira, livro publicado pela AORI Produções Culturais). Seus documentários fotográficos têm sido usados em seminários educativos.
Atualmente, André Cypriano mora em Nova York e Rio e continua envolvido em projetos sociais e culturais.

Serviço
Exposição Rocks of Imagination
Local: Galeria Paralelo
Abertura: 12 de agosto
Visitação: até 18 de setembro
Horário: Segunda a sexta, das 10h30 às 19h; sábados, 11h às 17h
Endereço: Rua Artur Azevedo, 986
Informações: www.paralelogaleria.com.br ou (11) 2495-6876
Grátis